domingo, 26 de setembro de 2010

A bela cidade medieval de Colmar, França

Agora que o Outono parece anunciar um inverno próximo (9º de mínima durante o dia de ontem...), escapámo-nos ontem a um dia medonho em Berna, e regressámos à Alsácia, para descobrir a magnífica e turística cidade medieval de Colmar.

Se o dia não estava extraordinário, pelo menos não choveu e tivemos mesmo direito a uns idílicos minutos de sol. A parte medieval da cidade é fabulosa, muito bem preservada, rica em detalhes mil e muita extensa. Percebemos passados poucos minutos que mais visitas seriam necessárias para explorar o que Colmar tem para oferecer. 




A famosa "casa das cabeças" (Maison des Têtes), de inícios do século XVII, cujo nome deriva da profusa decoração


A mais bela das casas medievais de Colmar, a "Casa de Pfister", data da primeira metade do século XVI e domina toda a cidade velha em conjunto com a catedral

Outra perspectiva sobre a "casa de Pfister"


Exemplos vários do fascinante casario medieval de Colmar



A torre da catedral de Colmar domina toda a cidade, vísível de qualquer rua da urbe.


Construída entre os séculos 13 e 14, a Igreja perdeu a sua torre num incêndio no século 16, tendo aquela sido reconstruída em estilo renascentista .


O seu interior encerra vitrais medievais cuja beleza merece destaque.



A mais estranha gárgula no mundo?

Alguns dados interessantes sobre Colmar: terceira maior cidade da Alsácia, depois de Mulhouse e Estrasburgo, foi a última cidade libertada pelos franceses em 1945. O seu filho mais ilustre (cujo nome pulula em negócios diversos pela cidade) foi Bartholdi, o famoso escultor autor da Estátua da Liberdade. A casa de residência dos Bartholdi é hoje um dos museus mais visitados de Colmar (foto abaixo).



Regressaremos sem sombra de dúvida, e com mais sol, a uma das mais belas e conservadas cidades históricas onde já estivemos...


Onde há balões, há sempre divertimento!

Colmar: uma cidade de detalhes

A impressionante Igreja de Sainte-Marie

terça-feira, 7 de setembro de 2010

E lá se foram as férias!

Sempre curtas, mas ainda assim suficientes para, pela primeira vez em vários anos, ver toda a família e a maior parte dos amigos. Poderiam ter sido consideravelmente melhores se tivéssemos tido a nossa casa (alugada, porque não pensávamos não poder tirar férias em Agosto). Para o ano assim acontecerá...

Estivemos muito pela zona oeste, e a Joana fartou-se de brincar nas barrocas do Baleal, enquanto o pai conseguiu apanhar umas (poucas) ondas.




Pela Costa da Caparica também se aproveitaram umas boas tardes de praia e sol, com água do mar a temperaturas mais convidativas!





E Carcavelos e Cascais fecharam a época de praia para este ano!









Para o ano há mais!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O Algarve igual a si mesmo...

Os quatro dias que passámos pelo Algarve não trouxeram grandes surpresas quanto àquilo que a região tem de melhor e pior. Confirmámos, uma vez mais, que Lagos é um pequeno paraíso (com aquelas que continuamos a considerar as mais bonitas praias) quando comparado com o "centro nevrálgico" de Albufeira/Vilamoura.

Praia do Camilo, Lagos


A famosa praia de D. Ana, Lagos, sem vivalma ao amanhecer...

... e umas horas depois, entregue à balbúrdia veraneante!

Único senão da zona de Lagos, pelo menos no que às praias com falésias diz respeito: o crescente perigo de derrocada. Não faltam avisos, nem turistas a descurá-los! Até que...




A temperatura da água, à diferença de outras estadias, esteve excelente, e no último dia, foi penoso deixar o mar algarvio para trás.




Praia do Camilo, Lagos

Um fim de tarde memorável na praia de Alvor, mais uma nova (boa) "descoberta" pelos Algarves





Apanhámos por duas vezes uma valente barrigada de peixe e camarões, que grelhámos avidamente!


Entre os novos locais na nossa "agenda algarvia", gostámos muito de Ferragudo, junto a Portimão, onde fomos parar por ter comprado, no dia anterior, a caminho de Sagres, uma tela a óleo da vila que agora passámos a conhecer...


Num curto passeio (e já ritual) até Sagres, verificámos que a área, de uma natureza esmagadora, continua a fazer jus ao seu micro-clima bem pouco "tourist friendly"! Mas que panoramas...




Tivemos ainda tempo para ir dar um abraço, junto a Vilamoura, aos amigos António e Ana, que estavam entregues à sua revoltante boa vida algarvia!


Em resumo, cumprimos o que já se tornou numa obrigatoriedade nas idas a Portugal: o périplo rumo ao sul. Até para o ano Algarve!